A chuva me impediu de ir de moto até Novo Hamburgo e o pé engessado impediu que a Paty viesse de carro à Canoas! A dificuldade em realizar atividades sem conversar "ao vivo" trouxe a necessidade de, por longas horas, discutimos nosso trabalho em dupla pelo msn...
A chuva me impediu de ir de moto até Novo Hamburgo e o pé engessado impediu que a Paty viesse de carro à Canoas! A dificuldade em realizar atividades sem conversar "ao vivo" trouxe a necessidade de, por longas horas, discutimos nosso trabalho em dupla pelo msn...É engraçado quando estamos lendo um texto e aquilo que a autora trata como antiquado e incorreto, percebemos em nossa prática. Cheguei a levar um susto quando li!
Especialmente quando se fala no formato do planejamento exigido era exatamente assim como descrita no texto. As frases “Que meu aluno seja capaz de...” e “Será considerado satisfatório se meu aluno...” até hoje podem ser encontradas em muitos “projetos” dentro de nossas escolas.
Também lembrei de inúmeras reuniões pedagógicas quando, enquanto professora de pré-escola (que para alguns colegas de escola não têm "nada para trabalhar" então pode "perder tempo" com projetos). Nessas reuniões era muito comum a reclamação quando se sugeria um projeto, uma Mostra, uma Feira... os benditos conteúdos mínimos!
O fato é que algumas escolas e alguns professores, não modificaram ainda seu olhar desde os anos 80, época citada pela autora como tempo em que esses fatos aconteciam. Muitas vezes se tornando uma escola cansativa, ultrapassada e causadora do fracasso escolar, da evasão.

